Muitos são os elementos necessários à formula criadora dos grandes profissionais. Uma pequena lembrança ao guardião que por ofício desafia as dores humanas, produzindo bem-estar, criando a cura e protegendo a vida. Nossos Parabéns a você, farmacêutico, que com tanto amor e dedicação rompe a linha do tempo firmando-se nesta ciência-arte tão fundamental.
(Assessoria de Comunicação-Ascom)
Centro Acadêmico 20 de Janeiro
CA 20 de Janeiro: voz e vez dos estudantes de Farmácia da UFAL!
20 de janeiro de 2013
Dia do Farmacêutico 20 de Janeiro
A
escolha de uma data para a comemoração do Dia do Farmacêutico foi
marcada por desencontros e várias propostas. A idéia da criação de um
“Dia” partiu do farmacêutico Oto Serpa Grandado, e foi colocada em
discussão, pela primeira vez, no dia 7 de janeiro de 1941 quando ele
participava de uma reunião na Associação Brasileira de Farmacêuticos
(ABF) e fez o seguinte questionamento: “Todas as profissões tem o seu
dia, data especial para comemorar o ideal abraçado. Por que não temos o
nosso “Dia”? “ Deste questionamento surgiu a proposta para a criação do
“Dia do Farmacêutico”.
No
dia 20 de janeiro é comemorado o Dia do Farmacêutico. A data foi
escolhida em função da fundação da Associação Brasileira de
Farmacêuticos (ABF), em 20 de janeiro de 1916. Na época, era a maior
instituição representativa da categoria, no País.
Considerando
a necessidade de unificar a comemoração do Dia do Farmacêutico e por
ensejar maior visibilidade e reconhecimento, o Conselho Federal de
Farmácia, por meio da Resolução nº 460, de 23 de março de 2007,
reconheceu o dia 20 de Janeiro como o Dia do Farmacêutico.
Na
busca pela valorização e estímulo do profissional farmacêutico, a para
que o dia 20 de janeiro seja marcado pelo reconhecimento daqueles que
lutam em prol a farmácia, foi criada pelo Conselho Federal de Farmácia,
por meio da Resolução nº323, de 16 de janeiro de 1988, a Comenda do
Mérito Farmacêutico que visa distinguir farmacêuticos e autoridades
pelos relevantes serviços prestados à profissão. A entrega da Comenda do
Mérito Farmacêutico é realizada durante as comemorações do Dia do
Farmacêutico.
3 de janeiro de 2013
É problema meu - EBSERH
"Alienação": quem, como eu, pagou Saúde e Sociedade com o professor Ciro, já ouviu falar muito sobre esse termo. Denota uma separação (virtual) do indivíduo para com o meio que o circunda; ilusória separação. Sabemos que exercemos influência sobre o meio e inevitavelmente somos também afetados por ele. Por muito tempo vivi assim dentro do curso de farmácia. Preocupava-me tão somente com minhas provas, com projetos, com trabalhos... e parecia cego, estava cego, no que tangia a todo o resto, o "resto" que mais importa. Hoje quero abrir os olhos de muitos alienados, por isso inicio uma série de matérias intitulada "É problema meu".
Tenho certeza de que muitos de nós ouviram falar, nestas últimas semanas sobre um debate a respeito de uma tal EBSERH, mas não imaginam do que se trata, muito menos em como isso nos afetará. Bem, isso diz respeito à política de gestão do HU, de todos os HUs federais do país.
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) é uma empresa pública de direito privado, criada no apagar das luzes do último dia de mandato do presidente Lula pela MP520/2010. Faz parte do programa de reestruturação dos hospitais universitários federais (REHUF), e, na prática, é gerida pela capacidade de investimento da iniciativa privada. Mais tarde, foi ratificada pela lei 12.550/2011.
O atual sucateamento do hospital é a justificativa mais apresentada, mas isso acontece por falta de recursos, falta de competência da gestão, ou falta de vontade política da gestão? Existem centenas de funcionários contratados irregularmente. Por quê? O pânico gerado pela falsa possibilidade de demissão sumária destes foi provocado por quem? Quem se beneficiou disso? Sempre foi notável e claro o interesse de nossos gestores em dizer SIM à proposta. Por quê? Admitir que a solução para os problemas de gestão de um serviço público é entregá-lo ao setor privado parece plausível pra você? A UFAL em si também tem seus problemas, que tal privatiza-la também?
Infelizmente a democracia não foi respeitada e a EBSERH foi aprovada sem amplo debate, afinal de contas, dessa forma é mais fácil, já ensinou Lula. Agora pense no grande interesse da empresa em atender os 92% da população alagoana que depende exclusivamente do SUS. Pense também na vontade enorme de manter o HU como hospital-escola. As atividades gratuitas de pesquisa, extensão, residência, etc. vão gerar lucros aos investidores?
Meu intuito é te ajudar a formar sua própria opinião, então vou finalizar com um joguinho:
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira:
1-GANHA COM A EBSERH
2-PERDE COM A EBSERH
( ) GESTORES
( ) FUNCIONÁRIOS
( ) ESTUDANTES (eu e você, por exemplo)
( ) POPULAÇÃO SUS-DEPENDENTE
EBSERH: é problema seu, é problema meu!
Tenho certeza de que muitos de nós ouviram falar, nestas últimas semanas sobre um debate a respeito de uma tal EBSERH, mas não imaginam do que se trata, muito menos em como isso nos afetará. Bem, isso diz respeito à política de gestão do HU, de todos os HUs federais do país.
A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) é uma empresa pública de direito privado, criada no apagar das luzes do último dia de mandato do presidente Lula pela MP520/2010. Faz parte do programa de reestruturação dos hospitais universitários federais (REHUF), e, na prática, é gerida pela capacidade de investimento da iniciativa privada. Mais tarde, foi ratificada pela lei 12.550/2011.
O atual sucateamento do hospital é a justificativa mais apresentada, mas isso acontece por falta de recursos, falta de competência da gestão, ou falta de vontade política da gestão? Existem centenas de funcionários contratados irregularmente. Por quê? O pânico gerado pela falsa possibilidade de demissão sumária destes foi provocado por quem? Quem se beneficiou disso? Sempre foi notável e claro o interesse de nossos gestores em dizer SIM à proposta. Por quê? Admitir que a solução para os problemas de gestão de um serviço público é entregá-lo ao setor privado parece plausível pra você? A UFAL em si também tem seus problemas, que tal privatiza-la também?
Infelizmente a democracia não foi respeitada e a EBSERH foi aprovada sem amplo debate, afinal de contas, dessa forma é mais fácil, já ensinou Lula. Agora pense no grande interesse da empresa em atender os 92% da população alagoana que depende exclusivamente do SUS. Pense também na vontade enorme de manter o HU como hospital-escola. As atividades gratuitas de pesquisa, extensão, residência, etc. vão gerar lucros aos investidores?
Meu intuito é te ajudar a formar sua própria opinião, então vou finalizar com um joguinho:
Enumere a segunda coluna de acordo com a primeira:
1-GANHA COM A EBSERH
2-PERDE COM A EBSERH
( ) GESTORES
( ) FUNCIONÁRIOS
( ) ESTUDANTES (eu e você, por exemplo)
( ) POPULAÇÃO SUS-DEPENDENTE
EBSERH: é problema seu, é problema meu!
Alberto Tisbita
Assinar:
Comentários (Atom)

